Meu espaço


11/06/2008


Fazer amor

 

 

Fazer Amor é:

Quando o ser Amado coloca as mãos em seu ombro - frente à cama de seu
filho - e lhe diz: não se preocupe, Te Amo. Quando vêem juntos o pôr do
sol, e com cada amanhecer sentem renovado esse Amor que nasceu com um
*Te amo*.

Quando tem problemas econômicos, os enfrentam juntos, e mesmo na
adversidade lhe diz: não se preocupe, Te Amo. Quando, ao chegar do
trabalho, sente o abraço confortável, e o doce beijo dessa pessoa que
com um *Te Amo* acelera seu pulso, e o seu coração bate mais depressa.

Quando na madrugada se preocupa com o filho que não chegou, e na cama,
ao seu lado, ouve uma voz que diz: não se preocupe, Te Amo. Quando no
momento do parto, sente suas mãos e sua voz, que lhe diz: Te Amo. Quando vêem
crescer juntos aos seus filhos, e ao seu lado sente a mesma voz que durante

anos lhe fez Apaixonar-se com um *Te Amo*.

Fazer Amor, é caminhar juntos na vida, superando os obstáculos que a
vida
pode presentear. É crescer juntos espiritual e intelectualmente,
evolucionar unidos, fortalecer os laços em comum com esses pequenos
detalhes que, algumas vezes, nos parecem bobos e insignificantes, mas
que todavia, são tão importantes para evitar a rotina que é a mais cruel
inimiga do Amor.

Quando se sente triste, quando se sente Feliz, quando se sente
deprimido, quando está doente, quando se sente saudável - e sempre sente essa
pessoa ao seu lado, dizendo *Te Amo* e respondendo-lhe *Eu Te Amo Mais*...
Nesses momentos, você pode dizer: EU FIZ AMOR!

Fazer Amor, é chegar ao final de sua vida ao lado dessa pessoa que,
durante anos, lhe conquistou, e que lhe fez sentir-se o ser mais Feliz
e querido sobre a Terra!

Aproveite a vida fazendo muito Amor, viva com intensidade, lute por
seus ideais, busque a Felicidade! E que você encontre alguém que te diga,
hoje e sempre:

EU TE AMO!!

Escrito por Val às 22h35
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Amor maduro

 

 

O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu, mesmo tendo ficado para depois, vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados, cheios de sementes.

Ele não pede, tem.
Não reivindica, consegue.
Não percebe, recebe.
Não exige, oferece.
Não pergunta, adivinha.
Existe, para fazer feliz.

 

Escrito por Val às 22h19
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